Textos liberados para publicação integral ou parcial, com citação da fonte. Cada release corresponde a um estudo publicado pela Loupit e coordenado por Patrick Tytgadt, especialista em travel tech e tecnologia para viagens corporativas. Para entrevistas, dados adicionais ou imagens em alta resolução, use o contato ao final da página.
Releases disponíveis
Um release por estudo publicado, com dados, citações e links de referência
10 de outubro de 2026 · São Paulo
Mesmo voo pode ter preços diferentes entre agências por canais, acordos e regras tarifárias
Análise de Patrick Tytgadt explica por que comparar apenas número do voo e cabine não basta para avaliar o custo da viagem corporativa
São Paulo, 10 de outubro de 2026 — Um artigo explicativo assinado por Patrick Tytgadt detalha como canais de distribuição, tarifas negociadas, disponibilidade e serviços incluídos podem gerar preços diferentes para o mesmo voo. O texto propõe uma conferência de condições equivalentes antes da escolha da agência e da emissão do bilhete.
Mesmo número de voo, horário e cabine não significam necessariamente o mesmo produto tarifário. Bagagem, seleção de assento e regras de alteração e reembolso podem mudar entre as propostas. Fee e encargos aplicáveis também precisam ser considerados no total pagável.
O artigo distingue NDC, padrão de comunicação promovido pela IATA, de GDS, sistema que também pode distribuir conteúdo NDC. Não existe uma garantia universal de menor preço por usar um desses mecanismos: é necessário avaliar a oferta concreta e sua disponibilidade.
Tarifas privadas e negociadas dependem de elegibilidade e configuração dos acordos. Elas devem ser comparadas com tarifas públicas disponíveis no momento da consulta, em vez de serem tratadas como a melhor opção em todas as viagens.
A análise apresenta um roteiro para Compras e gestores de viagens: conferir itinerário, produto tarifário, bagagem, assento, regras, elegibilidade, preço final e validade da oferta. As consultas devem ocorrer em momentos próximos, com registro das condições e confirmação na emissão.
O conteúdo é explicativo e se apoia em documentação da IATA, ATPCO e Amadeus. Não apresenta uma pesquisa estatística de preços nem atribui a uma agência a causa de uma divergência específica sem os registros das cotações.
Duas agências mostram preços diferentes para o mesmo voo. Qual está certa?
Antes de comparar os valores, confira o produto: bagagem, assento, alteração, reembolso e elegibilidade. Mesmo avião e mesma cabine não significam a mesma tarifa.
Canais de distribuição, acordos comerciais, disponibilidade e fee também podem alterar o total. NDC não é garantia de menor preço, e tarifa negociada não vence necessariamente todas as buscas.
Para Compras e gestores de viagens, a decisão precisa combinar condições equivalentes, preço final e disponibilidade confirmada na emissão.
Expliquei os mecanismos e reuni um roteiro de comparação, com fontes da IATA, ATPCO e Amadeus:
https://loupit.com/blog/por-que-duas-agencias-encontram-precos-diferentes-para-o-mesmo-voo
#ViagensCorporativas #TravelTech #Procurement #GestaoDeViagens
30 de setembro de 2026 · São Paulo
Menor fee não entrega o menor preço final em 39% das cotações de viagens corporativas
Estudo com 153 empresas indica que Compras deve comparar custo total, cobertura de inventário, política e governança antes de escolher uma agência
São Paulo, 30 de setembro de 2026 — Em 39% das cotações analisadas, a agência com o menor fee não apresentou o menor preço final da viagem. O dado faz parte de um estudo da Loupit com 153 empresas, realizado entre 1º de agosto e 30 de setembro de 2026, e reforça a necessidade de avaliar o custo total durante BIDs e revisões de fornecedores.
O levantamento registrou diferença de até 32% entre agências na mesma cotação. Em 83% das buscas, as opções de voos e hotéis eram idênticas, mas os preços apresentados variavam. Nos 17% restantes, pelo menos uma opção aparecia em apenas uma agência.
A diferença de cobertura foi mais relevante fora dos grandes centros: 68% das opções exclusivas eram hotéis em cidades com menos de 100 mil habitantes. Para empresas com operações descentralizadas, essa disponibilidade afeta preço, aderência à política e tempo gasto com exceções.
A análise propõe um scorecard para BIDs de viagens corporativas com cinco dimensões: preço final comparável, cobertura de inventário, aderência à política, qualidade operacional e governança de dados. O fee permanece no cálculo, mas deixa de funcionar como indicador isolado de economia.
Os resultados descrevem a amostra observada. Não foram divulgados recortes por setor e porte, margem de erro ou auditoria externa; por isso, os números devem orientar testes controlados com cotações reais da própria empresa, e não substituir a validação no processo de compra.
Números do estudo
153 empresas analisadas entre 1º de agosto e 30 de setembro de 2026.
Em 39% das cotações, o menor fee não correspondeu ao menor preço final.
Diferença de até 32% entre agências na mesma cotação.
Inventário idêntico em 83% das buscas; alguma opção exclusiva em 17%.
68% das opções exclusivas eram hotéis em cidades com menos de 100 mil habitantes.
O menor fee é realmente a proposta mais econômica?
Em um estudo com 153 empresas, realizado entre 1º de agosto e 30 de setembro de 2026, a agência com menor fee não apresentou o menor preço final em 39% das cotações. A diferença chegou a 32% entre agências na mesma busca.
A conclusão para Compras, Procurement e CFO é prática: um BID de viagens precisa comparar mais do que a taxa de serviço. Preço final, cobertura de inventário, aderência à política, operação e governança devem entrar no mesmo scorecard.
Publiquei a metodologia, os limites da amostra e um modelo de avaliação para aplicar na próxima concorrência.
#ViagensCorporativas #Procurement #StrategicSourcing #CFO #TravelManagement
Agosto de 2026 · São Paulo
Estudo da Loupit mostra que compras negocia 1% do custo da viagem e deixa 99% fora da concorrência
Análise coordenada por Patrick Tytgadt sistematiza como se forma o BID de viagens corporativas e por que a disputa por taxa de transação não reduz o gasto real da empresa
São Paulo, Agosto de 2026 — A Loupit publicou uma análise metodológica sobre a formação do BID de viagens corporativas no Brasil. O levantamento aponta que, no modelo tradicional de compra, a concorrência entre agências acontece basicamente sobre a taxa de transação — o fee —, que representa cerca de 1% do custo total de uma viagem, enquanto os cerca de 99% restantes, formados por bilhete aéreo, hospedagem e locação de veículo, ficam fora da disputa.
Na prática mais comum do mercado corporativo, a empresa abre uma concorrência a cada dois ou três anos, escolhe uma agência a partir do fee negociado e passa o restante do contrato comprando por um único canal. Cada nova viagem é cotada sem comparação e sem registro do que havia disponível naquele momento.
A análise mostra que o custo relevante da viagem se forma no momento da compra, não no momento da negociação contratual. Datas, disponibilidade, classe tarifária, regra de bagagem e política de alteração mudam o preço final de forma muito mais significativa do que qualquer desconto sobre a taxa de serviço.
A partir disso, o estudo propõe outra leitura do BID: em vez de um evento contratual isolado, cada pesquisa de viagem passa a gerar sua própria concorrência entre agências homologadas, com preço final já incluindo fee, regras aplicadas e disponibilidade exibidos lado a lado. Todo o comparativo fica registrado, o que permite auditoria posterior e comprovação de savings.
O material também descreve efeitos colaterais do modelo de canal único: compras fora da política, uso de cartão pessoal, reembolsos posteriores e perda de visibilidade sobre o gasto real por centro de custo.
“Compras costuma negociar muito bem o 1% e aceitar sem discussão o 99%. Quando cada cotação vira um BID, a empresa compara o custo inteiro da viagem, todas as vezes.”
“O problema não é a agência. É o desenho do processo: uma concorrência a cada dois anos não consegue acompanhar um preço que muda todos os dias.”
Números do estudo
Fee: cerca de 1% do custo total da viagem corporativa.
Preço de aéreo, hotel e locação: cerca de 99% do custo total.
Modelo tradicional: uma concorrência a cada dois ou três anos, sem comparação por cotação.
Modelo de marketplace: um novo BID por pesquisa, com preço final, regras e disponibilidade comparáveis e registrados.
IA já está mudando as viagens corporativas — mas não da forma que imaginávamos
Análise de Patrick Tytgadt mostra que a transformação não veio dos chatbots de reserva, mas de agentes invisíveis que auditam despesas, monitoram tarifas e comparam 100% do custo de cada viagem
São Paulo, Setembro de 2026 — A Loupit divulgou uma análise sobre a aplicação real da inteligência artificial nas viagens corporativas brasileiras. A conclusão contraria a narrativa dominante: a transformação não está acontecendo na interface — com chatbots que conversam com o viajante —, mas nos bastidores do processo, onde agentes especializados assumem tarefas que antes consumiam horas de equipes de viagens, financeiro e compras.
A expectativa criada nos últimos anos era de que a IA apareceria na viagem corporativa como um assistente de conversação, planejando roteiros e emitindo bilhetes por comando de voz. Na prática, o que se observa em produção é outra coisa: agentes que leem recibos e conferem despesas contra a política da empresa, monitoram o preço do bilhete depois da emissão, avaliam o calendário de tarifas antes da compra e ordenam as opções de acordo com o perfil de cada viajante.
A mudança é menos visível e mais profunda. O viajante continua escolhendo a viagem; o que desaparece é o trabalho manual que existia em torno da escolha: a revisão linha a linha de relatórios de despesas, a checagem de preço após a emissão, a comparação manual entre datas e a fiscalização da política de viagens.
A análise destaca ainda o efeito sobre a formação de preço. Quando a concorrência deixa de acontecer apenas sobre a taxa de serviço da agência — cerca de 1% do custo da viagem — e passa a cobrir os 99% restantes, formados por aéreo, hotel e locação, a empresa passa a comparar 100% do gasto em cada cotação, com registro para auditoria.
O estudo registra uma contradição do mercado brasileiro: a tecnologia já está disponível, mas boa parte das empresas ainda opera viagens corporativas por telefone, e-mail e planilha. O gargalo deixou de ser a oferta de ferramentas e passou a ser a adoção.
“Todo mundo esperava um robô atendendo o telefone da agência. O que chegou foi melhor: máquinas fazendo a conferência que ninguém gostava de fazer, e pessoas decidindo o que realmente importa.”
“A IA mais valiosa da viagem corporativa é a que o viajante nem percebe. Ela não conversa com ele — ela trabalha para ele.”
Números do estudo
Quatro frentes de IA em produção: auditoria de despesas, monitoramento de tarifas, calendário de preços e recomendação por perfil.
No modelo tradicional, a concorrência cobre cerca de 1% do custo da viagem (o fee); com agentes de IA, passa a cobrir 100%.
Monitoramento contínuo identifica queda de preço após a emissão e habilita remarcação com ganho líquido.
O gargalo do mercado brasileiro deixou de ser oferta de tecnologia e passou a ser adoção.
Estudo da Loupit mapeia onde a inteligência artificial já substitui trabalho manual na gestão de viagens corporativas
Coordenado por Patrick Tytgadt, o mapeamento identifica quatro frentes em produção: auditoria de despesas, monitoramento de tarifas após a emissão, calendário de preços e recomendação por perfil de viajante
São Paulo, Julho de 2026 — A Loupit divulgou um mapeamento dos pontos da jornada de viagem corporativa em que agentes de inteligência artificial já assumem tarefas antes executadas manualmente por viajantes, travel managers e equipes financeiras. O estudo identifica quatro frentes em operação e conclui que o ganho não vem de um assistente genérico, mas de agentes especializados em etapas específicas do processo.
A primeira frente é a auditoria de despesas. Recibos e notas passam por leitura automática, conferência contra a política da empresa e sinalização de exceções, reduzindo a revisão linha a linha de relatórios.
A segunda é o monitoramento de tarifas depois da emissão do bilhete. Quedas de preço são identificadas de forma contínua e, quando a regra tarifária permite, habilitam remarcação com ganho líquido para a empresa.
A terceira é o calendário de tarifas, que mostra o efeito financeiro de deslocar a data da viagem em um ou dois dias — informação que raramente chega a quem aprova a solicitação.
A quarta é a recomendação por perfil de viajante, que aumenta a aderência à política de viagens sem bloquear o usuário, apresentando primeiro as opções elegíveis.
O estudo registra ainda uma contradição observada no mercado brasileiro: mesmo com oferta abundante de tecnologia, boa parte da gestão de viagens corporativas ainda depende de telefone, e-mail e planilha.
“A inteligência artificial não substitui o agente de viagens nem o travel manager. Ela tira dessas pessoas o trabalho repetitivo e devolve tempo para decisão e negociação.”
“Assistente genérico não resolve viagem corporativa. O que funciona é um agente que conhece a política da empresa e a regra tarifária do bilhete.”
Números do estudo
Quatro frentes de IA em produção: auditoria de despesas, monitoramento de tarifas, calendário de preços e recomendação por perfil.
Auditoria automática reduz revisão manual de relatórios de despesas.
Monitoramento contínuo identifica queda de preço após a emissão e habilita remarcação.
Deslocar a data da viagem em um ou dois dias muda o custo médio de forma relevante.
Metade das travel techs que atuam no Brasil está concentrada em apenas três categorias, aponta estudo
Edição 2027 do levantamento coordenado por Patrick Tytgadt divulga a distribuição por categoria das 225 empresas mapeadas e mostra verticais com uma única empresa em operação
São Paulo, Setembro de 2026 — A Loupit divulgou a edição 2027 do Panorama das Travel Techs no Brasil, levantamento coordenado por Patrick Tytgadt, especialista em travel tech e tecnologia para viagens corporativas. Nesta edição, o estudo publica pela primeira vez a distribuição das 225 empresas mapeadas pelas 16 categorias do ecossistema. O resultado mostra que 113 empresas — metade da base — estão em apenas três categorias: Tecnologia para Turismo (56), Mobilidade (33) e Viagens Corporativas (24).
Depois das três primeiras categorias, o levantamento registra Agências de Viagens Online com 21 empresas, Eventos com 17, Experiências com 15 e Despesas corporativas com 12. Todas as demais categorias têm dez empresas ou menos.
No outro extremo do mapa aparecem verticais rarefeitas: Produtividade tem 3 empresas, Benefício corporativo tem 2 e Marketplace de Viagens Corporativas tem 1. Financeiro, Hospedagem, Metabuscadores e Serviços para viajantes aparecem com 6 empresas cada.
O estudo também apurou como as empresas descrevem publicamente seus produtos: apenas 11 das 225 empresas, ou 4,9% da base, mencionam inteligência artificial de forma explícita na própria descrição oficial. O dado não mede uso de IA, e sim o quanto ela já foi incorporada ao discurso público de produto no mercado brasileiro.
A leitura do levantamento é que concentração e cauda longa convivem no mesmo ecossistema: a maior parte das categorias tem menos de vinte empresas, o que indica espaço em aberto em despesas corporativas, backoffice, fidelidade e financeiro.
A base é pública e aberta para conferência no diretório da Loupit, e as próprias empresas podem pedir inclusão ou correção de dados.
“Quando se olha o mapa por categoria, fica claro que o ecossistema brasileiro não é homogêneo. Metade das empresas disputa três espaços, e várias etapas da viagem corporativa seguem com pouquíssimos fornecedores.”
“Só 4,9% das empresas falam de inteligência artificial na própria descrição de produto. Isso diz menos sobre tecnologia e mais sobre o estágio de maturidade do discurso do setor.”
Números do estudo
225 empresas mapeadas em 16 categorias, cada empresa em uma única categoria.
113 empresas (50% da base) em três categorias: Tecnologia para Turismo (56), Mobilidade (33) e Viagens Corporativas (24).
Estudo da Loupit aponta que o Brasil tem 226 travel techs em operação
Levantamento independente coordenado por Patrick Tytgadt mapeou empresas de tecnologia para viagens em 16 categorias, da pesquisa e reserva ao pagamento, mobilidade, despesas e fidelização
São Paulo, Setembro de 2026 — A Loupit publicou o Panorama das Travel Techs no Brasil 2026, levantamento independente que mapeou 226 empresas de tecnologia para viagens com atuação no país, distribuídas em 16 categorias. O estudo foi feito com fontes públicas e cada empresa foi classificada em uma única categoria, pela sua atuação principal no Brasil.
O mapeamento mostra concentração alta em algumas verticais e um movimento claro de convergência: plataformas que nasceram para uma etapa específica passam a oferecer jornada completa.
O estudo também identifica categorias que praticamente não existiam há três anos, criadas a partir de despesas, mobilidade urbana e fidelização, e registra que a inteligência artificial deixou de ser recurso adicional para nascer no núcleo dos produtos.
A principal contradição apontada: nunca houve tanta tecnologia disponível para viagens corporativas no Brasil e, ao mesmo tempo, tantos processos ainda conduzidos por telefone, e-mail e planilha.
“O Brasil não tem falta de tecnologia para viagens. Tem falta de adoção. A empresa média ainda compra viagem como comprava dez anos atrás.”
Números do estudo
226 travel techs mapeadas com atuação no Brasil.
16 categorias, com cada empresa classificada em uma única categoria.
Metodologia: pesquisa desk com fontes públicas e comunicação oficial das empresas.
Marketplace desponta como próximo modelo de distribuição das viagens corporativas no Brasil
Análise de Patrick Tytgadt aponta que a disputa entre agências passa a acontecer por cotação, e não a cada dois anos em uma concorrência contratual
São Paulo, Setembro de 2026 — A distribuição de viagens corporativas no Brasil caminha para um modelo de marketplace, em que várias agências homologadas disputam a mesma solicitação de viagem, com preço final, regras tarifárias e disponibilidade exibidos lado a lado. É a conclusão de uma análise assinada por Patrick Tytgadt, especialista em travel tech e tecnologia para viagens corporativas.
No modelo predominante, a empresa realiza uma concorrência a cada dois ou três anos, escolhe uma agência a partir da taxa de transação e passa o restante do contrato comprando por um canal único, sem comparação por cotação.
A análise argumenta que esse desenho nasceu em um mercado em que a informação tarifária era escassa e o atendimento humano era o único canal disponível. Com conteúdo aéreo, hoteleiro e de locação distribuído por múltiplas fontes, a comparação deixou de ser um esforço e passou a ser um recurso de software.
No modelo de marketplace, a agência continua no centro do atendimento e da consultoria, mas deixa de ser o único caminho de compra. Cada pesquisa gera sua própria concorrência, e a empresa mantém registro do que estava disponível no momento da decisão, o que permite auditoria e comprovação de economia.
A análise ressalta que a mudança é estrutural, não apenas tecnológica: altera como agências competem, como compras mede resultado e como o viajante escolhe dentro da política de viagens.
“A distribuição de viagens corporativas foi desenhada para um mundo sem comparação em tempo real. Esse mundo não existe mais.”
“Marketplace não é o fim da agência. É o fim do canal único — e a agência boa ganha com isso, porque passa a ser escolhida pelo resultado que entrega, não pelo contrato.”
Números do estudo
Modelo tradicional: uma concorrência contratual a cada dois ou três anos, decidida pela taxa de transação.
Modelo de marketplace: uma concorrência por cotação, com preço final, regra e disponibilidade comparáveis.
A taxa de transação corresponde a cerca de 1% do custo de uma viagem corporativa; aéreo, hotel e locação formam os cerca de 99% restantes.
Todo comparativo fica registrado, permitindo auditoria posterior do processo de compra.
O futuro das agências de viagens corporativas não está na venda de passagens, aponta análise
Para Patrick Tytgadt, o valor das agências migra para consultoria, atendimento em exceção, gestão de política e tecnologia — e não para a emissão do bilhete
São Paulo, Setembro de 2026 — A emissão de bilhetes deixou de ser o centro do valor entregue pelas agências de viagens corporativas. É a tese de uma análise assinada por Patrick Tytgadt, especialista em travel tech e tecnologia para viagens corporativas, segundo quem a receita e a diferenciação do setor migram para consultoria, atendimento em situações de exceção, gestão de política de viagens e capacidade tecnológica.
A análise parte de uma constatação simples: o que era escasso — acesso a conteúdo tarifário e capacidade de emitir — virou comum. O que continua escasso é resolver a viagem quando ela sai do previsto: voo cancelado, viajante em rota, mudança de agenda, exceção de política, negociação com fornecedor.
Nesse cenário, o texto sustenta que agências que se defendem apenas pela taxa de transação ficam presas a uma disputa de margem, enquanto agências que investem em consultoria, dados e atendimento especializado ampliam o valor percebido pelo cliente corporativo.
A análise também aponta o efeito sobre o cliente: quando a comparação de preço final passa a ser automática e registrada, compras deixa de negociar apenas o fee e começa a avaliar a agência por qualidade de atendimento, aderência à política e resultado financeiro real.
A conclusão é de reposicionamento, não de desaparecimento: o setor tende a ficar menor em tarefa operacional e maior em serviço, especialização e tecnologia.
“Emitir bilhete não é mais um diferencial. Resolver a viagem quando ela dá errado, sim — e isso nenhuma automação entrega sozinha.”
“A agência que vive de fee compete por margem. A agência que vive de resultado compete por competência. São futuros muito diferentes.”
Números do estudo
O valor das agências corporativas migra da emissão para consultoria, atendimento em exceção, política de viagens e tecnologia.
A taxa de transação representa cerca de 1% do custo de uma viagem corporativa.
Com comparação automática e registrada, a avaliação da agência passa a considerar resultado financeiro e qualidade de atendimento.
Tendência: menos tarefa operacional, mais serviço especializado.
A Loupit é um marketplace de viagens corporativas em que agências de viagens corporativas homologadas disputam cada cotação de aéreo, hotel, locação de carro e rodoviário, com preço final, regras e disponibilidade lado a lado, dentro da política de viagens da empresa e com registro para auditoria.
Sobre Patrick Tytgadt
Patrick Tytgadt é especialista em travel tech e viagens corporativas, fundador da Loupit e Presidente Regional da Uniglobe Travel no Brasil.