
A Loupit apresentou seus produtos no Fórum de Compras e Sourcing da Live University e ministrou duas palestras sobre comparação de custo final e inteligência artificial aplicada às viagens corporativas.
Por Patrick Tytgadt
A participação da Loupit no Fórum de Compras e Sourcing da Live University reuniu dois temas diretamente ligados à rotina de quem compra e gerencia viagens corporativas: como comparar o custo final de uma viagem e como utilizar inteligência artificial para tornar essa gestão mais conectada.
Além de apresentar nossos produtos, ministramos duas palestras. Na primeira, eu, Patrick Tytgadt, abordei como comparar o custo final de uma viagem corporativa. Na segunda, Leonardo Crispim e eu tratamos de como utilizar ChatGPT, Claude e Gemini nas viagens corporativas.
Os assuntos se complementam. Comparar melhor exige organizar propostas e entender suas condições. Utilizar IA exige conectar a conversa ao processo de viagens, sem perder a política da empresa, as aprovações e a responsabilidade pela decisão.
Primeira palestra: como comparar o custo final de uma viagem corporativa
Minha palestra teve como tema a comparação do custo final de uma viagem corporativa. Para profissionais de Compras, Procurement e Sourcing, essa discussão muda a pergunta central: em vez de olhar apenas para o fee da agência, é necessário entender o total a pagar e o que cada proposta entrega.
Um fee menor não garante, por si só, a viagem mais barata. A análise precisa considerar a tarifa disponível, os serviços incluídos, as taxas e os encargos aplicáveis, além das regras que podem gerar despesas posteriores.
Mesmo voo não significa necessariamente a mesma oferta
Duas propostas para o mesmo voo podem ter diferenças de bagagem, seleção de assento, possibilidade de alteração e condições de reembolso. Se uma opção inclui um serviço necessário e a outra exige sua contratação separada, comparar apenas o valor inicialmente exibido pode levar a uma decisão incompleta.
Uma comparação consistente deve observar:
- Itinerário e horários: o deslocamento atende à necessidade da empresa?
- Serviços incluídos: bagagem e demais itens necessários estão contemplados?
- Regras tarifárias: quais são as condições de alteração, cancelamento e reembolso?
- Preço final: qual é o total pagável, incluindo fee e encargos aplicáveis?
- Política de viagens: a opção está dentro das regras e do orçamento aprovados?
- Disponibilidade e validade: a proposta ainda pode ser confirmada nas condições apresentadas?
O objetivo não é escolher a menor cifra isolada, mas comparar ofertas equivalentes e tomar uma decisão documentada. A disponibilidade e o valor devem ser reconfirmados antes da emissão.
Esse raciocínio também é desenvolvido no artigo Por que duas agências encontram preços diferentes para o mesmo voo? e no guia sobre custo total em um BID de viagens corporativas.
Segunda palestra: ChatGPT, Claude e Gemini nas viagens corporativas
Na palestra conduzida por Patrick Tytgadt e Leonardo Crispim, o tema foi a utilização de inteligência artificial nas viagens corporativas, com ChatGPT, Claude e Gemini.
A conversa é uma interface familiar para expressar uma necessidade de viagem. Mas uma resposta de IA, sozinha, não equivale a uma reserva confirmada. Para uso corporativo, é importante distinguir a sugestão de um assistente das informações consultadas em sistemas conectados e das etapas que exigem aprovação ou confirmação.
Da conversa à gestão da viagem
Na Loupit, a integração com inteligência artificial conecta essa experiência ao contexto da gestão de viagens corporativas. A proposta é aproximar a solicitação, a consulta de opções e o acompanhamento do processo, preservando os controles da empresa.
Para utilizar IA com responsabilidade, alguns cuidados são essenciais:
- Informar a necessidade da viagem com clareza, incluindo destino, datas e restrições relevantes.
- Conferir se preços e disponibilidade vêm de uma consulta atualizada, e não de uma resposta genérica.
- Aplicar a política de viagens e respeitar as aprovações necessárias.
- Revisar os dados do viajante e as condições da oferta antes de confirmar uma operação.
- Proteger dados pessoais e informações corporativas, respeitando as permissões de acesso.
A inteligência artificial não elimina a responsabilidade de quem solicita, aprova ou contrata a viagem. Ela deve funcionar conectada ao processo, e não como um atalho para ignorar as regras.
Veja mais sobre a integração com ChatGPT, Claude e Gemini e os prompts práticos de IA para viagens corporativas.
Produtos apresentados: tecnologia a serviço de Compras e Sourcing
No fórum, também apresentamos nossos produtos. A participação colocou a proposta da Loupit em diálogo com as necessidades de profissionais que precisam conciliar negociação, controle, experiência do viajante e visibilidade sobre gastos.
Como marketplace e plataforma de viagens corporativas, a Loupit reúne comparação entre agências e gestão da viagem em um ambiente conectado. Nesse modelo, a agência de viagens corporativas continua tendo um papel no atendimento e na oferta de serviços, enquanto a tecnologia ajuda a organizar as opções e os critérios de escolha.
O ponto de encontro entre as duas palestras é esse: comparar o custo final e utilizar inteligência artificial são decisões que fazem mais sentido quando inseridas em um fluxo com política, aprovação e informação organizada.
Para conhecer essa abordagem, acesse a plataforma de viagens corporativas. O vídeo institucional preparado para o fórum também está disponível na central de vídeos, com acesso direto ao material.
O que essa participação representa
Levar esses temas ao Fórum de Compras e Sourcing da Live University reforça a importância de aproximar a inovação em travel tech dos critérios usados por quem contrata viagens: preço final, condições equivalentes, governança e segurança na execução.
Nossa contribuição foi apresentar produtos e compartilhar duas discussões práticas: como comparar melhor e como utilizar IA nas viagens corporativas. Para continuar a conversa sobre a aplicação dessas soluções na sua empresa, fale com a nossa equipe.
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Sobre o autor: Patrick Tytgadt é especialista em travel tech e tecnologia para viagens corporativas, fundador e CEO da Loupit.
Imagem de capa ilustrativa, criada para representar os temas do artigo; não é uma fotografia do evento.














