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Por que a passagem escolhida pelo funcionário quase nunca é a mais barata?

29 de março de 2026

A escolha de passagens corporativas fora da política de viagens é comum devido a preferências pessoais, conveniência, horários e falta de informação, elevando os custos da empresa.

Resposta rápida

A passagem escolhida pelo funcionário muitas vezes não é a mais barata devido a fatores como preferências pessoais (companhias aéreas ou hotéis favoritos), busca por conveniência e horários de voo mais cômodos, e a priorização de conforto e bem-estar. Além disso, a falta de informação completa ou uma política de viagens ineficaz podem levar a escolhas menos econômicas. Empresas podem otimizar esses custos através da centralização das reservas e uso de tecnologia de comparação.

  • Preferências pessoais e programas de fidelidade impactam a decisão.
  • Conveniência de localização e horários de voo são prioridades para o viajante.
  • Busca por conforto e bem-estar em viagens longas pode aumentar o custo.
  • Informação incompleta ou política de viagens ineficaz dificultam a escolha econômica.

A gestão eficiente de viagens corporativas envolve o equilíbrio entre a necessidade de mobilidade dos colaboradores e a otimização dos custos para a empresa. Frequentemente, a passagem aérea ou o hotel escolhido pelo funcionário não corresponde à opção mais econômica disponível, mesmo quando há políticas de viagens estabelecidas. Entender os motivos por trás da escolha de passagem fora da política é o primeiro passo para desenvolver estratégias eficazes de contenção de despesas e garantir a conformidade.

Fatores que influenciam a escolha do viajante

Diversos elementos impactam a decisão do colaborador ao reservar uma viagem, indo além do preço. Estes fatores, embora subjetivos, exercem pressão sobre o orçamento corporativo quando não são gerenciados adequadamente.

  • Preferência pessoal: Muitos viajantes têm companhias aéreas ou redes de hotéis favoritas devido a programas de fidelidade, conforto, qualidade do serviço ou experiências passadas. Essa preferência pode levar à escolha de opções mais caras que não se alinham com a política de menor tarifa.
  • Conveniência e localização: A proximidade do aeroporto, do hotel em relação ao local da reunião ou a facilidade de acesso a transportes públicos podem ser prioridades para o viajante, mesmo que impliquem um custo mais alto. O tempo de deslocamento e a logística pesam na decisão.
  • Horários de voo: Voos em horários mais convenientes para o funcionário (evitando madrugadas ou chegadas muito tardias) podem ser mais caros. A busca por um equilíbrio entre a vida pessoal e profissional é um motivador forte.
  • Conforto e bem-estar: Em viagens longas, a escolha de assentos mais confortáveis, voos diretos ou hotéis com comodidades específicas pode ser vista como um investimento no bem-estar do colaborador, impactando a produtividade. Isso, contudo, pode se afastar da opção de menor custo.
  • Informação incompleta: A falta de acesso fácil e transparente a todas as opções disponíveis, ou a dificuldade em comparar preços e condições, pode levar o funcionário a escolher a primeira opção que pareça razoável, sem a certeza de que é a mais barata ou adequada.

O papel da política de viagens e sua comunicação

Uma política de viagens corporativas bem definida e comunicada é a base para guiar as decisões dos funcionários. Sem ela, a discricionariedade na escolha aumenta, e com ela, os custos.

  • Ausência ou desatualização da política: Empresas sem uma política formal ou com uma política desatualizada deixam espaço para interpretações individuais. Se a política não reflete as necessidades atuais da empresa ou do mercado, torna-se ineficaz.
  • Falta de clareza: Uma política complexa, com muitas exceções ou termos ambíguos, dificulta a conformidade. Os funcionários podem não entender completamente o que é permitido e o que não é, resultando na escolha de passagem fora da política.
  • Comunicação ineficaz: Não basta ter uma política; é preciso garantir que todos os colaboradores a conheçam e compreendam. Treinamentos periódicos e materiais de fácil acesso são cruciais.
  • Flexibilidade zero ou excessiva: Uma política rígida demais pode gerar insatisfação e dificultar a adesão. Por outro lado, uma política muito flexível pode ser interpretada como carta branca para gastos extras.

A construção de modelos de política de viagens eficazes é um desafio. Ferramentas que permitem configurar e aplicar a política diretamente no processo de reserva ajudam a automatizar a conformidade, como as funcionalidades descritas em Modelos de Política de Viagens Corporativas.

Impacto da fragmentação de informações e sistemas

A forma como as reservas são realizadas também exerce influência direta sobre os custos e a adesão à política.

  • Múltiplos canais de reserva: Quando os funcionários utilizam diferentes sites, agências ou ferramentas para pesquisar e reservar, a empresa perde a visão consolidada das opções e preços. Essa fragmentação dificulta a identificação da tarifa mais competitiva e a fiscalização da escolha de passagem fora da política.
  • Dificuldade de comparação: O processo manual de comparar tarifas entre diversas fontes é demorado e propenso a erros. Um funcionário, com suas outras atribuições, pode não ter tempo para realizar uma pesquisa exaustiva.
  • Falta de visibilidade: Gestores de viagens e CFOs precisam de dados consolidados para entender padrões de gastos e identificar oportunidades de economia. A ausência de relatórios e dashboards centralizados impede essa análise e a tomada de decisões estratégicas.

Soluções para mitigar a escolha fora da política

Para reverter o cenário da escolha de passagem fora da política, as empresas podem adotar abordagens focadas em tecnologia e processos.

  1. Centralização das reservas: Utilizar uma plataforma única para todas as reservas de viagens corporativas garante que todas as opções estejam em um só lugar. Isso facilita a comparação e a aplicação da política.
  2. Tecnologia de comparação: Ferramentas que comparam automaticamente tarifas de múltiplas agências e fornecedores em tempo real, como a comparação ao vivo, asseguram que o viajante sempre veja as opções mais econômicas que se encaixam na política.
  3. Fluxo de aprovação: Implementar um fluxo de aprovação que notifica os gestores quando uma opção fora da política é selecionada permite intervenção antes da emissão. Isso pode ser complementado com alertas para quedas de preço (SkyAlert) ou um calendário de tarifas para identificar momentos mais econômicos para viajar.
  4. Incentivos à conformidade: Oferecer programas de incentivo, como cashback para escolhas dentro da política (por exemplo, o cashback em hotéis), pode motivar o funcionário a optar pela alternativa mais econômica.
  5. Educação e transparência: Reforçar a importância da política de viagens e os benefícios da economia para a empresa e para o próprio colaborador. Mostrar que a empresa investe em ferramentas para tornar o processo mais fácil e transparente.

Ao abordar essas questões de forma estruturada, as empresas podem reduzir significativamente os gastos desnecessários e garantir que as escolhas dos colaboradores estejam alinhadas com os objetivos financeiros e operacionais da organização.

Governabilidade e controle de gastos

A governabilidade em viagens corporativas não se resume apenas a ter uma política, mas sim a capacidade de aplicá-la e monitorar seu cumprimento. A falta de controle pode levar a gastos ocultos e à ineficácia das diretrizes estabelecidas. Por exemplo, a funcionalidade de governabilidade em plataformas de gestão permite a configuração de regras e o monitoramento em tempo real.

A capacidade de fazer uma remarcação de viagem online, comparando a opção de remarcar com a compra de um novo bilhete, é outro exemplo de funcionalidade que empodera o gestor a fazer a escolha mais econômica no momento da mudança, evitando a escolha de passagem fora da política em situações de imprevisto.

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Perguntas frequentes

Por que as preferências pessoais dos funcionários afetam os custos de viagens corporativas?

As preferências pessoais afetam os custos porque muitos viajantes têm companhias aéreas ou redes de hotéis favoritas, muitas vezes ligadas a programas de fidelidade ou experiências passadas. Isso pode levá-los a escolher opções mais caras que não se alinham com a política de menor tarifa da empresa.

Como a falta de uma política de viagens clara impacta a escolha da passagem?

Uma política de viagens ausente, desatualizada ou com comunicação ineficaz permite que os funcionários façam escolhas baseadas em interpretações individuais, aumentando a discricionariedade e, consequentemente, os custos. A falta de clareza pode resultar em seleções que não são as mais econômicas ou adequadas.

Que soluções tecnológicas podem ajudar a reduzir a escolha de passagens fora da política?

Soluções tecnológicas eficazes incluem plataformas que centralizam as reservas e utilizam ferramentas de comparação em tempo real para tarifas. Além disso, fluxos de aprovação que alertam sobre escolhas fora da política e funcionalidades de governabilidade para monitorar o cumprimento das diretrizes são essenciais.

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